Como funciona
Um gateway na fábrica, uma plataforma na nuvem
Nada de trocar CLPs nem reescrever programas. O gateway edge lê os dados que suas máquinas já produzem e os entrega à plataforma de forma segura.
O gateway edge
Um pequeno computador industrial (ou máquina virtual) na rede da fábrica, configurado pela nuvem.
Contadores e estados
Buffer local
Só conexões de saída
Protocolos suportados
Modbus TCP
Leitura de registradores (holding/input) e bits de CLPs, inversores, medidores de energia e IHMs. O protocolo mais comum no chão de fábrica.
OPC UA
Leitura de nós de servidores OPC UA de CLPs e sistemas de supervisão modernos, com modelo de dados estruturado.
MQTT
Integração com sensores IoT e equipamentos que já publicam dados em tópicos MQTT.
Usa outro protocolo? Fale com a gente — avaliamos caso a caso.
Segurança em cada etapa
Comunicação criptografada, dados isolados por empresa e controle de acesso por perfil. Veja a página de segurança.
Implantação em dias
- Dia 1
Conversa técnica
Entendemos as máquinas, os CLPs e o que você quer enxergar primeiro.
- Dias 2–3
Gateway instalado
Gateway na rede da fábrica, mapeamento dos sinais e papel de cada tag.
- Dias 4–5
Primeiros indicadores
Produção, estado das máquinas e uso de componentes aparecendo no painel.
- Depois
Expansão
Novas máquinas e linhas no seu ritmo, com a mesma configuração.
Prazo típico para uma primeira linha com CLPs acessíveis pela rede; o tempo real depende do acesso às máquinas e da documentação disponível.
Veja funcionando agora
A demonstração mostra o painel real alimentado por uma planta simulada — CLPs virtuais lidos por um gateway, como numa fábrica: turnos, paradas, falhas com código, setup e o desgaste de um cilindro até o alerta preditivo. Abre sem cadastro, é somente leitura e os dados são sempre identificados como simulados.
Veja a sua fábrica com outros olhos
Conte como é a sua operação e montamos com você um piloto em uma linha — sem trocar máquinas nem CLPs.